segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

catorze dias

para olhar longe.

No meio de tanta cultura, de tanto evento-concerto-debate-exposição-palestra-instalação, um silêncio cada vez mais gritante na nossa escola e que culminou hoje (nos próximos catorze dias?) num berro mudo.
Talvez não esteja a ser justa, é possível que a Cimeira tenha sido debatida no sossego de uma aula. O que está certo também, a quantidade não é medida de sucesso. Ainda assim teria gostado de partilhar a minha inquietação hoje (ontem, antes de ontem, amanhã) com a geração das minhas filhas, com os alunos do Camões do presente.

A Sofia mandou-me um link delicioso, bem humorado, esperançoso, assim brilhe sempre a inteligência.


As suricatas que vimos a um palmo de distância, no ano passado, na exposição dedicada a Darwin na Gulbenkian. Vivas, curiosas, alertas, solidárias, irredutíveis, admiráveis qualidades a inspirarem-nos.