alucinante.
Receber encomendas é bom sinal, significa que temos algo que agrada a outrem o suficiente para nos comprar, contratar ou ...pedir. No caso concreto, a solicitação para integrarmos a cerimónia da entrega de prémios do IV Concurso Literário Camões indica que somos apreciados e que, além disso e mais importante, confiam em nós para abrilhantarmos (este termo é um pouco pimba mas penso que podemos passar por cima disso) a dita. Não nos exibirmos a nós, sim contribuirmos para destacar, realçar aquilo que é verdadeiramente o motivo do evento - os escritores / poetas e as suas obras.
Gostei também deste convite pelo pretexto que nos deu em várias frentes - para mim, ir recuperar os meus apontamentos do curso de dança antiga, ter de aprofundá-los e trabalhar um estilo de dança novo; para vós, entrarem também nessa onda bem diferente e depois terem de encontrar soluções rápidas e baratas para os figurinos. A Luísa que fez uma saia, a Susana que foi recuperar os seus fatos de Carnaval de infância (a cena hoje de uma Branca de Neve vogando pela sala, acompanhada de uma princesa prateada desmaiando ao sopro do mimo foi outro momento para o álbum das memórias) e o aparato que imagino amanhã são indicadores da capacidade de produção.
E é giro, ter assim estes desafios a que temos de dar resposta no espaço de uma semana.
Depois, na quinta feira a ideia é nos intervalos ir para os pátios e deixarmos-nos ir ..... na música. Uma instalação, agitar, abanar, arrastar (os outros), alegrar a escola. Dançar as coreografias mais populares, disco, merengue, salsa (?), cha cha cha (?)
À noite, mais um espectáculo e depois na sexta-feira alinhar com a instalação do 25 de Abril que está a ser organizada pela Associação de Estudantes (?), pelo Dinis e Isabel de certeza. Tenho pena de não estar cá nesse dia, adoraria assistir.