terça-feira, 1 de julho de 2008

trabalhando na sombra

Recebi um email da Ju. Está em Aveiro onde foi passar uma semana de férias com os seus parentes. Está a aproveitar para explorar, na prática, a viabilidade daquela proposta que sabemos. Fico muito feliz pela iniciativa, também a mim me está a custar quebrar os laços. E depois Aveiro... Aveiro é uma cidade lindíssima, estimulante, alegre, vibrante.

O Carlos Vargas sugeriu a criação de um grupo de dança do Camões. Tinha sido a minha ideia antes do projecto Área de Projecto, cheguei a fazer um (pobre) cartaz de divulgação (o nome estava mal achado, era um mau começo ;)). Ele próprio já esboçou um também, todos começamos por aí. Não creio que haja capacidade, é sobretudo uma questão de (falta) de tempo.

Não obstante, quem sabe, alguns de vocês talvez queiram e consigam encontrar um tempo semanal para trabalharem. Inseriam-no no vosso horário na rubrica - ginásio/manutenção da condição física e trabalhavam uma peça para apresentar no espectáculo do próximo ano e depois, em Outubro de 2009, no tal que se propõe comemorar os 100 anos do edifício. Vou aliás desafiar os alunos da primeira edição a envolverem-se também.

Em qualquer dos casos, o calendário oficial do próximo ano para as escolas oficiais do ensino básico e secundário já foi publicado. Dentro da autonomia que se pretende para as escolas, notem o meu piscar de olho, vem lá determinado o dia 12 de Setembro como o Dia do Diploma. Assim, as escolas terão de organizar actividades e convocar todos os seus alunos de saída para um breve regresso. Vocês regressariam sempre, viriam sempre dizer-nos onde ficaram colocados. Deste modo vêm duas vezes (as colocações são depois, creio). Muitas escolas já tinham este dia se bem que numa data mais sensata; algumas um pouco elitistas, com festas destinadas apenas a quadros de honra, agora com a globalização será igual para todos.

Nesta foto a Ju parece que joga o pano como as noivas jogam o ramo. Não está de costas, nem um grupo de solteiras luta, esganiçado, para o apanhar. Ainda assim, a passagem do testemunho paira com o lenço. Apanhamos-lo nós? E porque não?

Em Aveiro quiçá.