sábado, 3 de maio de 2008

jogos de sombras (2)

Estes, não obstante os óculos escuros, não metem medo a ninguém. Bom, a intenção não seria essa mas o olhar oculto introduz sempre um desiquilíbrio. Aqui desmentido pela postura, pela revista, pelo exibir ostensivo do cinto pelo André, pelo rastejar lá atrás do Nuno.

Fizeram este exercício, creio, no décimo ano em português. Escrever uma história, um poema a partir de uma imagem? No meu tempo não se fazia, devo estar a compensar essa ausência.