Ontem falei em tentativa e erro. Hoje só posso falar em erro e erro. Depois de ter passado três dias (descontando a manhã de 25 pela razão que sabemos - ficámos em último, eu e a minha filha, para o caso de alguém ter curiosidade) de volta do computador convertendo formatos, experimentando, sopesando espaços, optando por aquele que pensei (mal, constatei hoje, mal. Mal) o melhor em termos de peso/qualidade, montando os dvd's, pondo títulos, escolhendo as cores, queimando os dvd's (literalmente, constatei hoje, quase só servem para o lixo), fui experimentar no leitor da BeCre.
Uma porcaria. Vê-se as imagens com imenso grão, sem definição, quase parece que fiz o download do youtube de filmes com má qualidade. Um desespero, não o tempo perdido, sim, o não perceber como se faz.
A parte boa é que passei esta tarde todos os filmes para o computador do Carlos da BeCre. Ele, autodidacta inteligente (há os outros, os burros, eu. Estou numa de auto-flagelação), vai fazer-nos o dvd. Felizmente!
Quanto a mim, não entrego ainda os pontos. Vou dedicar-me de novo ao dvd do "dança, Camões!". Tenho esse compromisso em falta. E depois, gosto mesmo do processo. Corta, cola, faz uma transição, mete um título. A quantidade de melhorias que o programa permite - retirar o som (há imensos barulhos da régie, conversas entre nós, sussurros, gargalhadinhas) por exemplo, substituindo-o por o que se quiser - é muito cativante.