terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

thriller



Aqui há uns anos no remanso da tarde, sentados em redor da mesa depois de um bom almoço - dos melhores, daqueles só de petiscos, ao ar livre sob a sombra de um faval - comentavámos os acontecimentos da semana que passara: um campo de férias à beira do lago, um grupo de miúdos aprendendo actividades náuticas e todas as tarefas subsidiárias - culinária, lavagem de louça, arrumação e manutenção do material. Uma canseira claro, com a sua dose de incidentes, alguns arranhões, questiúnculas,o costume. Uma das professoras comentou:

"Isto de ser professor é o melhor que há - pagam-nos para nos divertirmos."

De facto. Às vezes. Suponho que isso se pode aplicar a todas as profissões. Talvez venha de nós e não dependa da tarefa.

Bom, a foto não está muito boa e isto será um eufemismo. Retirei-a do filme, foi uma manobra engraçada, aprendi a fazê-lo agora. Deve haver, com certeza, um melhor processo que a deixe mais nítida. Mas não quis deixar de a pôr aqui, foi tão divertida a aula hoje. Divertida porque produtiva. Dá sempre muito mais gozo quando se trabalha. E as coisas saem bem.