sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

enguiços

No ano passado, em Março, no final da terceira apresentação, passava nos bastidores. Reinava uma vez mais, um ambiente de satisfação, euforia até. Correra lindamente, as falhas imperceptíveis (ou pelo menos, aceitáveis), as famílias e os amigos presentes - essa 3ª edição fora-lhes dedicada - teria sido um embaraço falhar.

A ambição de fazer mais e melhor tinha impulsionado os alunos à criação de novas peças, de alterações aqui e ali. O ensaio geral fora um simulacro umas horas antes, alguns alunos estavam lesionados, à última da hora reparámos que faltavam fotos para os cenários, iniciámos uma corrida (falhada) contra o tempo e a tecnologia para as substituir. A pressão, por todos os motivos era muito superior - tínhamos ainda de provar que os dois êxitos anteriores não tinham sido fortuitos, sorte de principiantes.

A semana anterior tinha sido de "2ºs e decisivos testes" para os alunos que investiam na entrada na faculdade, em resumo, as pontas pareciam fugir por entre os dedos.

Não obstante tudo isto, e pela terceira vez, correra bem. Correra mesmo muito bem.

Passava pelos corredores, repito, cruzo-me com o Zé, desmancho-me a rir,

"Este espectáculo deve estar abençoado", disse ele.

Só podia.

Este ano é o contrário. Está enguiçado. Deve ser a tal ordem cósmica de que a fala a minha amiga Maria João. Trabalhamos melhor, temos os deuses contra nós. Acabo de receber um email da prof. Teresa do CE dizendo-me que recebeu novas informações que contrariam as dadas ontem pela prof. Isabel. Isto é, parece que a "a saga de afagar, repousar e tornar a envernizar vai-se manter." sic

Não sei que faça. Que façamos.

Para já nada. Aguardamos por novas informações na segunda feira.



E mantenhamos a boa disposição. Estava já a tender para a depressão, fui buscar esta foto (tirada pela prof. Margarida Ramsy), passou logo ☺.