...e não sei como é o resto do provérbio.
Estive todo o regresso para casa a ouvir violinos. Metaforicamente, é claro. Vinha a pensar num post alertando para a necessidade de escreverem as ideias fortes de cada uma das vossa peças. Já temos apresentadores (creio) e eles precisarão de nós para fazerem o seu trabalho. Teremos de lhes dizer algo para eles laborarem a partir daí. Pensava no que dizer e ouvia os violinos em fundo.
Na realidade, sentia-me como o maestro da orquestra do Titanic que marcava o ritmo enquanto o navio se afundava. Uma imagem forte, hem? Um pouco dramática?, talvez. Despropositada?, sem dúvida. Mas fez-me rir e eu estou precisada de uma boa gargalhada. Há um blogue que frequento com assiduidade, aliás o seu autor esteve na escola recentemente a dar uma palaestra. Bandeira ao vento. Vão até lá, verão que vale a pena. como subtítulo tem esta máxima "o dia que não nos rimos foi o dia que desperdiçámos".
Que ideia deliciosa :-)
Recuperando o mote, deparei-me com um relatório que nos diz respeito. Só li as gordas mas pensei - em tempos de vacas magras tudo o que luz é ouro. Devo estar a juntar duas metades de provérbios diferentes. Percebem a ideia, quando os tempos são maus, qualquer coisita anima, dá esperança. Veremos se a leitura do dito relatório confirma a justiça do sentimento.
Convém ir dizendo haver da minha parte (e arriscaria dizer, de grande parte dos professores neste momento) sérias reservas quanto à validade (fidelidade e seriedade) de qualquer documento emanado pelo ministério da educação. A confiança, quando se perde, é de recuperação difícil, exigente, morosa. Não obstante, cá fica. Julguemo-lo depois da sua leitura e não antes.